Maranhão registrou a segunda maior taxa de informalidade do Brasil em 2019, diz IBGE

  • 14/02/2020


Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados nesta sexta-feira (14). Maranhão tem o menor percentual de trabalhadores com carteira assinada. Divulgação/ Reprodução Em 2019, o Maranhão registrou a segunda maior taxa de trabalho informal no Brasil, 60,5%. O estado ficou atrás apenas do Pará, que teve uma taxa de 62,4%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados, nesta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, são considerados trabalhadores informais os que exercem atividades sem carteira assinada, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes de São Luís, José de Ribamar Ferreira, falta ação do poder público para diminuir a informalidade no Estado. “A principal dificuldade de um trabalhador em se formalizar é a falta de políticas públicas por parte dos governos estaduais e municipais, que ofereçam condições aos trabalhadores de modo geral, para que eles entrem no trabalho formal. A informalidade existe por consequência da falta de emprego, levando o cidadão a buscar outros meios de sobrevivência”, afirma José de Ribamar. Desemprego cai em 16 estados em 2019, mas 20 têm informalidade recorde 2,9 milhões de desempregados procuram trabalho há pelo menos 2 anos Percentual de contribuintes para Previdência cai pelo 3º ano seguido, aponta IBGE Entre os estados com os menores percentuais de trabalhadores com carteira de trabalho assinada, o Maranhão ocupou o primeiro lugar, com 47,6%. Ainda segundo os dados colhidos pelo PNAD, o Maranhão também teve o maior percentual de trabalhadores sem carteira assinada, 52,4%. O estado foi o único do Brasil a ter esse percentual superior à metade do total dos empregados no setor privado. O Maranhão também ocupou o segundo lugar em taxa média de subutilização da força de trabalho, que inclui pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada. Segundo o IBGE, o estado teve, em 2019, uma taxa de 40,5%, ficando atrás apenas do Piauí, que teve um percentual de 42%. Os dados divulgados pelo IBGE também apontam que Maranhão e Alagoas tiveram os maiores percentuais de pessoas desalentadas (as que desistiram de procurar emprego), a taxa em ambos os estados foi de 17,3%.

FONTE: https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2020/02/14/maranhao-tem-a-segunda-maior-taxa-de-informalidade-do-brasil-diz-ibge.ghtml


Locutor no Ar

AutoDJ

Piloto Automático

Peça Sua Música

No momento todos os nossos apresentadores estão offline, tente novamente mais tarde, obrigado!

Top 5

top1
1. Luis Fonsi

Despacito

top2
2. Anitta

Paradinha

top3
3. Naiara Azevedo

50 Reais

top4
4. Zezé Di Camargo

Eu e Você

top5
5. Jorge e Matheus

Louca de Saudade




Anunciantes